Equipe e equipamento próprios

Tradução simultânea remota (RSI)

Zoom, KUDO, Interprefy e Interactio. Quatro plataformas, sem depender de um fornecedor externo para operar.

Pares
Inglês → Português · Português → Inglês · Português → Espanhol · Espanhol → Português
Plataformas
Zoom · KUDO · Interprefy · Interactio

As plataformas

Trabalhamos nas quatro que aparecem com mais frequência nos briefings de agência:

  • Zoom — interpretação nativa, com canais de idioma dentro da própria reunião
  • KUDO
  • Interprefy
  • Interactio

Se o seu evento roda em outra plataforma, quase sempre dá para adaptar. Vale perguntar.

O que precisamos de você

Interpretação remota é mais sensível ao áudio do que presencial, porque o intérprete não tem o recurso de olhar para a sala e deduzir o que foi dito.

  1. Áudio limpo dos oradores. Microfone de mesa, headset ou lapela. Não o microfone embutido do notebook.
  2. Disciplina de fala. Um orador por vez, microfone fechado quando não estiver falando.
  3. Um ensaio técnico. Vinte minutos, alguns dias antes, com quem vai realmente falar. É a diferença entre um evento tranquilo e um evento com pedido de desculpas no meio.

O erro mais comum, e por que ele importa

O problema número um em evento remoto é um orador usando o microfone do notebook numa sala com eco.

O que acontece: o microfone capta a voz refletida nas paredes junto com a voz direta. Para quem está na reunião, o som fica “abafado, mas dá para entender” — o cérebro humano compensa. Para o intérprete, que precisa distinguir cada palavra em tempo real e em outro idioma, essa mesma compensação não está disponível. A inteligibilidade cai muito antes para quem interpreta do que para quem apenas escuta.

O resultado é uma interpretação mais lenta, com mais lacunas, e ninguém consegue apontar o motivo — o áudio “parecia estar bom”. Estava bom para ouvintes, não para intérpretes.

Um headset de trinta reais no orador resolve. É a recomendação mais barata que temos.