Equipe e equipamento próprios
Tradução simultânea remota (RSI)
Zoom, KUDO, Interprefy e Interactio. Quatro plataformas, sem depender de um fornecedor externo para operar.
- Pares
- Inglês → Português · Português → Inglês · Português → Espanhol · Espanhol → Português
- Plataformas
- Zoom · KUDO · Interprefy · Interactio
As plataformas
Trabalhamos nas quatro que aparecem com mais frequência nos briefings de agência:
- Zoom — interpretação nativa, com canais de idioma dentro da própria reunião
- KUDO
- Interprefy
- Interactio
Se o seu evento roda em outra plataforma, quase sempre dá para adaptar. Vale perguntar.
O que precisamos de você
Interpretação remota é mais sensível ao áudio do que presencial, porque o intérprete não tem o recurso de olhar para a sala e deduzir o que foi dito.
- Áudio limpo dos oradores. Microfone de mesa, headset ou lapela. Não o microfone embutido do notebook.
- Disciplina de fala. Um orador por vez, microfone fechado quando não estiver falando.
- Um ensaio técnico. Vinte minutos, alguns dias antes, com quem vai realmente falar. É a diferença entre um evento tranquilo e um evento com pedido de desculpas no meio.
O erro mais comum, e por que ele importa
O problema número um em evento remoto é um orador usando o microfone do notebook numa sala com eco.
O que acontece: o microfone capta a voz refletida nas paredes junto com a voz direta. Para quem está na reunião, o som fica “abafado, mas dá para entender” — o cérebro humano compensa. Para o intérprete, que precisa distinguir cada palavra em tempo real e em outro idioma, essa mesma compensação não está disponível. A inteligibilidade cai muito antes para quem interpreta do que para quem apenas escuta.
O resultado é uma interpretação mais lenta, com mais lacunas, e ninguém consegue apontar o motivo — o áudio “parecia estar bom”. Estava bom para ouvintes, não para intérpretes.
Um headset de trinta reais no orador resolve. É a recomendação mais barata que temos.