Equipamento e equipe parceiros

Congressos com cabine

Cabine, mesa de som, técnico e equipe ampliada, com equipamento e intérpretes parceiros. Coordenação nossa, do briefing ao encerramento.

Pares
Inglês → Português · Português → Inglês · Português → Espanhol · Espanhol → Português

O que muda em relação ao portátil

Aqui o equipamento não é nosso, e dizemos isso na primeira linha.

Congresso em auditório com palco e sonorização pede cabine acústica, mesa de som, técnico de operação e receptores em quantidade — normalmente centenas. Nada disso cabe em uma maleta. Contratamos esse conjunto junto a fornecedores com quem já trabalhamos, e ele entra no orçamento discriminado, não diluído.

O que continua sendo nosso

  • A coordenação. Um interlocutor só, do briefing ao encerramento.
  • A cabine de inglês–português. Nós dois, sem terceirizar.
  • A escalação das demais cabines. Quando o evento tem espanhol, francês ou outro idioma, montamos a equipe com intérpretes de conferência que já conhecemos, e respondemos pela qualidade dela.
  • O material de preparação. Glossários, apresentações dos palestrantes e alinhamento prévio com a organização.

Por que sempre são dois intérpretes por cabine

Não é upsell, é a prática padrão da profissão e existe por um motivo mecânico: interpretação simultânea consome atenção sustentada em um nível que não se mantém sozinho por mais de vinte a trinta minutos sem queda mensurável de qualidade. A dupla se reveza em turnos curtos e um apoia o outro com números, nomes e termos.

Uma cabine com um intérprete só para uma jornada inteira é um evento que vai piorar depois do almoço, de forma perceptível para quem está ouvindo.

Portes que atendemos

De um auditório de cem pessoas com um par de idiomas até congressos com várias cabines simultâneas. Acima do nosso equipamento próprio, a escala é uma questão de contratação e prazo — o que precisamos saber cedo é a data, o formato da sala e quantos idiomas.